CAPÍTULO XI


Estamos de volta com o conto de fadas do reino de Tão Tão distante!


Após um período eleitoral de grande tensão e ranger de dentes, Demagogair foi eleita a nova rainha do reino de Tão Tão Distante.

O gato de botas continuou sua vida normalmente, o ex- rei das cabaças, como sempre, sumiu para aparecer só na próxima eleição.
Todos do vilarejo ficavam comentando sobre as eleições, uns comemoravam, outros falavam de fraude e compra de votos.

A turma que assessorou o ex-rei da cabaças ficaram inconsoláveis, não sabiam o que tinham feito de errado para perder um eleição que "esteve ganha" desde seu início. A turma da vaquinha, que pregaram a "liberdade" na campanha eleitoral, estavam prestes a tomar o trono e fizeram um festa na praça do reino, onde espalhou-se que seria vendido bebida a $ 0,25 mas isso era mais um dos muitos boatos que fizeram parte da rotina do reino.

A nova rainha teria em seu reinado a mesma assessoria que foi do ex-rei das cabaças e do rei chorão (confuso isso, não?!), Zeroaes Querda, Caradeca Valo, Zebra, Bobo da corte, o Nota de falecimento, sanguessugas e outros bichos estava festejando.

Enquanto muitos bajulavam e estavam com as intenções voltadas para Demagogair, o rei chorão preparava uma grande jogada para o próximo reinado.

Não perca o próximo capítulo: Os eleitos para a tábula redonda e as presepada do rei chorão.



Publicado por Escritor - tão tão distante às 09h15
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CAPÍTULO X

(o torpedo foi ao ar no dia 05/10/2009)

Há exatamente 1 ano, em 05/10, acontecia a eleição em Tão, tão distante. Como já vimos em capítulos passados, uma cidade com políticos mesquinhos e que estão preocupados apenas com o marketing pessoal, pois assim, podem ganhar mais votos dos pobres plebeus do vilarejo.
 
 As carruagens de som fizeram grande barulho durante a campanha para escolha do novo rei ou rainha, Demagogair tinha várias carruagens circulando, tinha a carruagem do miquinho, do Caradeca Valo (do olho sujo), a carruagem do Gorila Camargo, a carruagem da "Nooooota de falecimeeeentoooo!". No dia da eleição as carruagem foram proibidas de circular.
 
 Tão, tão distante estava agitada, porém silenciosa, muitos agiam estrategicamente no calar da madrugada, buscando mais e mais votos.
 
 Há indícios de que, quem passagem com sua carruagem, charrete ou carroça e colasse um adesivo, ganha cem moedas de ouro e ainda recebia ração para o cavalo. A ração era patrocinada pelo papagaio gago e as moedas vinham de vários outros animais.... zebras, cavalos, macacos, chimpanzés, tamanduás e sanguessugas.
 
 O rei chorão mais atrapalhou o gato de botas do que ajudou e o destino estava traçado.
 
 O urso (ou ex-rei das cabaças), contava com a vitória de peito estufado, mas a família pangó preparava a grande mancada, pois estava prestes a demitir inúmeros cabos eleitorais, que por vingança, iriam trabalhar para outro ou outra.
 
 A turma da vaquinha, estava com medo, mas arquitetava uma possível vitória.
 
 Nenhum incidente aconteceu durante a votação, exceto quando Demagogair foi votar e lá foi acusada de fazer "boca de urna" por uma senhora chamada Fera, uma ex-diretora de uma escola de anões de Tão, Tão Distante. O clima ficou quente, choro e ranger de dentes.
 Mas após o encerramento da votação, surpresa!
 
 DEMAGOGAIR ESTAVA ELEITA!
 
 Não perca o próximo capítulo deste emocionante conto de fadas.



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h27
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CAPÍTULO IX - os candidatos

Nos dias atuais, a tabula redonda seria uma espécie de Câmara Municipal. As semelhanças são muitas, só falta cobrar ingresso para todo mundo achar que é um circo cheio de palhaços.
 
 O povo de Tão, tão distante estava ficando cada vez mais ansioso com o resultado das eleições, mas também havia muita diversão nos comícios e reuniões, tudo sendo protagonizado pelos candidatos a vereador.
 
 Tinha o Gaguinho: "Popo-po-povo de Capinó-nó-pis, o gato vai zu-zu-zunha a vaca e va-va-vai ganhá!"
 
 Tinha um que vivia cantando: "Nessa casa tem goteira! Pinga ni mim! Pinga ni mim!"
 
 E o Quinca Balela: "Eu fiz muita coisa quando fui vereador, eu fiz um banheiro no cemitério com muita dificulidade"
 
 Tinha o mané bigode: "Genti vota neu! Eu vou ajudar o urso a distribui os frangu"
 
 O Tim-Maia: "A vaca é a mais sabida, com ela não tem esse negócio de apito do dia da eleição"
 
 Para alguém ser eleito para integrar a tabula redonda em Tão, tão distante, deveria ter muito dinheiro... ou fazer muitos favores, pois o povo estava muito mal acostumado e sempre vendia o voto.
 
 Um fazia um construía um muro aqui, outro lá... doava um saquinho de cimento...
 
 Outro fazia medição de casa sem cobrar, mas logo pedia o voto em troca.
 
 Um doava bebida... outro doava moedas de ouro.
 
 Tinha uma que doava até outras coisas aos plebeus.



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h25
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CAPÍTULO VIII

Obs.: Calma pessoal, essa historinha é conto de fadas... não tem nada com a vida real.

Nenhum bicho encantado poderia ser rei sem ter uma boa assessoria e para isso, fizeram as piores alianças.

O Urso fez aliança com uma certa família, que de pangó, só tinha a cara.

O Gato de botas ficou com poucos e fieis aliados, mas foi atrapalhado pois tinha ao seu lado o rei chorão, que ia aos seus comícios, subia no seu palanque e vivia fazendo ataques ao Caradeca Valo (locutor oficial da turma da vaquinha);

A Vaquinha (da história do João e o pé de feijão) fez a fatal aliança com os ex-aliados do rei chorão, entre eles estavam alguns animais de peso: a Zebra, Zeroaes Querda (uma espécie de gafanhoto), Leopardo Pereira (uma espécie de gato com pelada), Papagaio Gago, (um papagaio que aprendeu a falar ouvindo um disco furado), o elefantinho (um ex deputado que subiu ao seu palanque), o tamanduá, a cobra, o largo e o bobo da corte. UUUUUfa, quando bicho! Tantas espécies não ficam no mesmo zoológico sem brigar.

As estratégias estavam montadas, tudo indicava uma vitória do urso ou do gato de botas, mas a bicharada que apoiava a vaquinha tratou de mudar a história e espalharam no vilarejo:
"Quem votar no gato de botas estará elegendo o urso!"

Alguns, que são alienados com poucas palavras passaram a apoiar a Demagogair.

A turma do candidato gato de botas nada fazia, parava, dormia e sonhava com um reinado...zzzzzz... Me faz lembrar da história do Gato-a-jato do desenho do pica-pau, onde ele era muito rápido e depois de tomar uma poção, ficou leeeeeento.

A turma do Urso, chefiada pela família pangó, como sempre, cruzaram os braços e contaram com a certa vitória.

NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h24
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CAPÍTULO VII

O período eleitoral em Tão, tão distante estava calmo, acredita-se que o povo estava desacreditado na política.Como solucionar este problema?
 
 As candidatos a rei e rainha não pestanejaram e saíram prometendo muito, algumas promessas se tornaram históricas, hilariantes e retrataram a insuficiente capacidade de gerir um reino.
 
 Demagogair prometeu piscinas para os plebeus, alguns achavam que piscina era algum tipo de comida. Como se não bastasse, Demagogair prometia emprego para os plebeus no seu reino.
 
 O pior foi feito pelo ex-rei das cabaças, O urso, que saiu prometendo "Banda de porco" e "frango" para os pobres plebeus, o que na verdade, era um culto à preguiça.
 
 O gato de botas, que mais parecia um gato de armazém, parecia que estava dormindo e não prometia nada e com isso, perdia espaço para os outros dois candidatos.
 
 Os plebeus de Tão, tão distante aprenderam a vender o voto e quem possuía a maior reserva em ouro poderia levar esta eleição e ser tornar rei ou rainha do reino encantado de TÃO, TÃO DISTANTE.
 
 NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO
 
 Faça comentários e enriqueça este capítulo.



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h24
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CAPÍTULO VI

 
 Tão, tão distante estava dividida em três devido as eleições para escolha do novo rei ou rainha.
 Tudo parecia muito calmo, até que quando revelações foram feitas!
 
 Como, de acordo com a nova lei, só poderiam ser candidatos bichos encantados, foi descoberto e levado a público uma grave denúncia.
 
 Alguns humanos tinham bebido uma poção mágica para se tornar bicho e serem candidatos.
 
 A primeira denúncia foi do Ex-rei das cabaças que tornou-se o Urso Poof
 A segunda foi que a vereadora Demagogair teria tomado a poção para torna-se uma bela águia, mas a poção estava com o prazo de validade vencido e algo deu errado: Ela transformou-se em uma vaquinha.
 
 Como sempre em Tão, Tão distante, tudo acabou em "Pão e vinho" (naquela época não existia pizza), e eles puderam ser candidatos.
 
 Conheça os candidatos a vice-rei de tão, tão Distante:
 * Jãozinho do pé de feijão (Vice do gato de botas);
 * Indisposto (Vice de Urso);
 * Zangado (Vice da vaquinha);
 
 NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h23
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CAPÍTULO V

O período eleitoral em Tão, Tão distante estava chegando.
 Uma lei do vilarejo estabeleceu que apenas animais encantados poderiam ser candidatos.
 
 Os pré-candidatos a rei faziam suas convenções, afim de saber qual era o mais popular entre os plebeus.
 
 O primeiro dos animais encantados foi o Leopardo Pereira, mas sua popularidade estava com índices próximos a -1, ficando fora da briga pelo reino.
 
 Ao final das convenções, três candidatos foram disputar as eleições. Um fato inédito no reino, pois sempre houvera dois candidatos disputando o trono, ao que tudo indica, a divisão foi causada pelo rei chorão e suas brigas.
 
 Conheça agora os bichos encantados que brigaram pelo trono de Tão, Tão distante:
 
 nr.: 14 - O Gato de Botas;
 nr.: 23 - Urso Poof;
 nr.: 25 - A vaquinha (da história do João e o pé de feijão);
 
 Só para vocês entenderem, a vaca ficou brava com o Joãozinho por tê-la trocado por alguns grãos de feijão e decidiu cortar relações.
 Joãozinho do pé de feijão tornou-se candidato vice-rei na chapa do Gato de botas.
 
 Tão, tão distante estava dividida em três partes.



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h22
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CAPÍTULO IV

O rei chorão ficava muito triste ao ouvir críticas, mas a arrogância ainda era fator que se destacava na personalidade dele. Para disfarçar a arrogância ele fazia publicidades em todo o vilarejo.
 Os anúncios eram feitos em uma carruagem de som e o locutor oficial era o Caradeca Valo, que ao final de cada mensagem dizia "Tão, tão distante agora é assim!"
 
 Não se sabe o por que, mas Caradeca Valo deixou o rei chorão e fez aliança com Zeroaes Querda.
 
 O rei chorão e sua rainha Brigair estavam ficando sozinhos e isso era ruim, pois estava chegando as eleições para escolha do novo rei de Tão, tão distante.
 
 
 NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h20
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CAPÍTULO III

Após deixar o reino de tão tão distante, o rei das cabaças (o bruxinho), entregou o poder ao rei Chorão (ou para a Brigair, não se sabe ao certo). Chorão, como todo rei moderno, ele tinha um vice-rei, que se chamava Zeroaes Querda.
 
 Zeroes Querda era magro, desprovido de beleza, mas tinha uma grande vontade de tomar o poder, e começou, juntamente com o bobo da corte excluído, a criar um estado de crise no reino. É... o bobo da corte estava de volta.
 Enquanto isso, na tábula redonda, havia uma bela dama, que nos dias atuais seria uma vereadora, o nome dela era Demagogair. Demagogair fiscalizava e sabia de tudo que acontecia, de bom e de ruim.
 
 O povo gostava do rei Chorão, mas em uma certa vez, ele foi deixou de realizar a famosa festa do reino, a "EXPOREINO", o povo se revoltou e passaram a criticar o rei Chorão e sua esposa Brigair.
 
 NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO! VAI SER DEMAIS.



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h20
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CAPÍTULO II

 O bobo da corte ficou extremamente irritado e decidiu sumir do reino.
 O rei chorão tinha uma rainha que se chamava "brigair", ela perseguia quem não estava de acordo com o reino, o que fez com que mais gente fosse expulsa do reino "tão tão distante".
 
 Toda vez que a rainha dizia ao espelho "espelho, espelho meu, tem alguém mais linda do que eu?" o objeto quebrava.
 
 Apesar de tudo isso, o reino era até bem gerido e passara a ter crédito com outros reinos, já que o antigo rei, chamado "rei das cabaças" ou carinhosamente chamado de "bruxinho" havia deixado o reino de tão tão distante muito pobre.
 
 (não perca o próximo capítulo desta história). Até lá!



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h20
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CAPÍTULO I - O INÍCIO

Era um reino chamado Tão tão distante", lá havia um rei chorão que tinha um bobo da corte que vivia puxando sua sacolinha. Sempre que havia algum evento no reino, o bobo apresentava o rei: "VEM AÍ O MAIS HONESTO E CORRETO REI DE TODOS OS TEMPOS!". Com o passar do tempo, o rei chorão percebeu que o bobo queria ser: O bobo, o cozinheiro, o carteiro, o tesoureiro, o cavaleiro, o bombeiro, o leiteiro e até o macumbeiro, querendo receber por tudo isso em moedas de ouro! Então o rei chutou o traseiro do bobo do seu reino.
 
 (NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO)



Publicado por Escritor - tão tão distante às 22h19
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